E se pudesse medir o impacto do coaching e da formação?

E se pudesse medir o impacto do coaching e da formação?

Acha que não é possível medir o impacto do coaching e da formação?

Imagine poder medir no início de um processo de desenvolvimento pessoal, a imagem que tem de si próprio e a imagem que gostaria de ter.

Quase como se fizesse uma espécie de auto-retrato.

Imagine agora, que no final desse mesmo processo podia voltar a medir os seus progressos e fazer uma análise comparativa dos resultados obtidos.

Como um antes e depois, a ligar os dois lados de uma ponte por cima de um rio que ora corre tumultuoso ora sossegado.

Seria interessante?

Quando entrego formação ou coaching numa organização, um dos grandes desafios que habitualmente surge é a mensuração dos resultados do processo e do impacto que tem nos resultados dos participantes.

Recentemente encontrei uma ferramenta cuja característica mais diferenciadora é a capacidade de medir neurocomportamentos.

Esta ferramenta é um questionário de neurocoaching, que avalia comportamentos e mudança e que foi criada pelo Dr. Josep Calbet, que recentemente tive o prazer de conhecer e com o qual estou neste momento a certificar-me para aplicar muito em breve a ferramenta em Portugal.

Em que consiste esta forma de medir o impacto do coaching e da formação?

É um modelo baseado na neurociência que permite entender e explorar as conexões cerebrais que vamos desenvolvendo ao longo da vida e que determinam os nossos comportamentos.

O modelo psicobiológico TCI-R – Temperament and Character Inventory do Dr. Robert Cloninger demonstrou a validade e a importância deste questionário para a consciencialização e medição dos nossos progressos ao longo dum processo de desenvolvimento.

O questionário é preenchido online e devolvido ao cliente com um relatório de feedback analisando todo o potencial de melhoria ao nível neurocomportamental.

A quem se destina o questionário?

Em rigor a todas as pessoas que desejam medir o impacto do coaching e da formação.

  • Todos os interessados e curiosos em mensurar o seu processo de desenvolvimento e elevar os níveis de consciência para a origem neurológica dos seus comportamentos;
  • Qualquer pessoa que esteja neste momento a investir num processo de desenvolvimento pessoal, com um coach, um psicólogo, quer seja a nível pessoal ou profissional e queira ter uma noção da sua evolução ao longo do processo (quer a nível quantitativo quer a nível qualitativo);
  • Qualquer profissional que queria elevar os seus níveis de consciência ao nível dos comportamentos de liderança.
  • Futuramente, todos os profissionais da área de desenvolvimento pessoal (psicólogos, coachs, terapeutas, lideres de equipas, diretores de RH) que pretendam certificar-se para a aplicação direta da ferramenta (disponível versão portuguesa a partir do 2º semestre do ano).

O que podemos retirar da implementação desta ferramenta?

  • aproveitar o potencial do nosso cérebro e entender a sua conexão com o comportamento humano; permite entender a conduta humana a partir das suas bases cerebrais;
  • permite aplicar a neurociência de modo eficiente ao desenvolvimento do indivíduo;
  • ter consciência do estado atual da pessoa, ao nível das suas limitações e eficácias, avaliando quais destes sistemas cerebrais influenciam mais a nossa conduta;
  • identificar e diminuir as nossas limitações; identificar e aumentar as nossas eficácias;
  • aplicação da neurociência ao coaching, à psicologia e ao desenvolvimento da liderança pessoal como uma forma de medir resultados e impacto dos processos de coaching e formativos.

Na base desta ferramenta e do comportamento humano, estão 2 conceitos importantes, os dois sistemas motivacionais que regem a nossa vida e os nossos processos de tomada de decisão…

  • BAS (behavioural approach system) – É o sistema de ativação comportamental; utlizado para sintonizar e perceber recompensas, encorajando a ação perante a identificação de benefícios.
  • BIS (behavioural inhibition system) – É o sistema de inibição comportamental; é utilizado para sintonizar com ameaças e riscos nos estímulos externos.

Mediante a forma como estes sistemas são utilizados pelo indivíduo e o foco que colocamos em determinadas variáveis, podemos estar a estimular limitações ou eficácias nos nossos comportamentos.

A maioria de nós tem duas vidas: a vida que vivemos e a vida que não vivemos e que carregamos dentro de nós. Entre as duas está a resistência em fazer o que queremos.
– Steven Pressfield

Se pensarmos que somos o somatório daquilo que fazemos numa base regular, considerar a possibilidade de análise dos nossos neurocomportamentos permite uma tomada de consciência valiosíssima para qualquer intervenção na melhoria dos nossos resultados pessoais e profissionais.

Interessado em saber mais sobe a ferramenta?

Continua a achar que não é possível medir o impacto do coaching e da formação?

Quer, enquanto o questionário não está oficialmente disponível da versão portuguesa, testar a versão original em espanhol? Contacte-me.

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